Imagine cada pensamento como uma estrela e que Elbereth,rainha das estrelas, domine cada um deles
Entender as causas dos nossos pensamentos...Todos pensam, mas nem todos pensam por que pensam da forma que pensam...
Os humanos são os únicos seres cuja postura ereta permite voltar a cabeça para o céu e espantar-se com a grandeza do universo...e assim refletir.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Como é Ser Um Morcego? - (Questão mente-corpo)
sábado, 27 de agosto de 2011
O Ser e A Mente
Existem duas formas de conciência. A consciência cérebro-dependente : pensamentos passivos e memória. E existe a conciência própria do ser: capacidade de cognição e de decisão. A parte cérebro-dependente funciona por meio de blocos de memória que podem controlar nossas mentes através de associações involuntárias que são feitas dessas memórias com qualquer situação atual com que tenham alguma semelhança. Isso ocorre de modo que a mesma emoção sentida na situação em que se formou uma memória de um fato "mal resolvido" é ativada quando se tem uma circunstância semelhante.
Isso causa transtornos à realização do ser em suas atualizações devidas pois prende-o a princípios regedores inconcientes que foram formados em circunstâncias distintas das atuais e, que, portanto não se pretam a uma atualização adequada. Aqui se referire ao ser humano pois viu-se que o declínio da esssência das demais entidades provem do declínio desta que por sua vez se dá através da mente. Pois, bem, sendo assim, a mente, ou melhor a conciência cérebro-dependente trás este ônus ao indivíduo que não esforçasse por tornar-se plenamente conciente de seus atos por meio da conciência própria do ser.
Nota-se, então que o decaimento do ser humano se dá quando este não toma conciência de que é regido por fatores inconcientes e desse modo se deixar levar por este e não atinge seu máximo grau de ser, ou seja, a verdadeira potencialidade do seu ser. A não tomada de conciência – conciência ativa- pode ocorrer por acomodação, ou seja, o indivíduo sabe que algo está errado e que, de algum modo, está se deixando determinar por fatores outros que não correspondem aos seus atuais conhecimentos, contudo, não há, por parte deste, o compromentimento com suas potencialidades, com a própria essência e, portanto, mesmo tendo a capacidade intrinsecamente humana de tornar-se conciente, permanece, contudo, na inconciência.
" Somos, portanto, o somatório de registros ancestrais e atuais, que na maioria das vezes são conflitantes". p. 113( BEARZI, G.(2011).Artimanhas da mente. Novo Século).No fragmento acima, faz-se referência à memória genética de nossos ancestrais que somadas às nossas memórias acabam por nos definir até que rompamos com o poder de ação destas ao tomar conciência delas e, tirar o peso que têm para nós encarando-as como aquilo que realmente são, memórias, nada que se deva deixar determinar a própria essência. O fato é que, sequer tem-se conciência de algumas das próprias memórias, menos ainda das de nossos ancestrais às quais são armazenadas em nosso DNA como aprendizado de como reagir nas mais diversas situações mas, sequer tem-se de forma clara que experiência que levou a este aprendizado.Isso é bem explorado no capítulo 8 do livro Artimanhas da mente, do médico Gustavo Bearzi. Em geral se pensa: "É só meu jeito de ser",mas não é. É jeito como seus ancestrais costumavam lidar com tais situações.
Isso foi fundamental para a evolução da espécie mas, ao mesmo tempo, limita a singularidade, a individualidade e uma evolução mental mais profunda uma vez que muitos deste aprendizados armazenados só serviram para época em que foram gravados. É preciso atualizar, sempre, pois, atualizar é vir a ser, realizar-se, porém, estar em desatualização é permitir a própria "degeneração"(estagnação).
"Precisamos reabilitar nosso passado, resgatar e redimir o que é ruim em nós, em nossas células, e incorporar e liberar o que é bom em nossa memória,pois tudo está gravado lá – e bem gravado!E a partir de uma redenção interna poderemos transmitir aos nossos descendentes coisas melhores, permitindo maior avanço na humanidade."p. 90( BEARZI, G.(2011).Artimanhas da mente. Novo Século)
Eis, então, a atitude mais racionalmente plausível a se tomar, dado o que nos é imposto pela própria condição humana de indivíduos de uma mesma raça os quais, querendo ou não, compartilham um código genético não só com caractéres físicos mas também com tendências comportamentais. Não se pode negar aquilo que já é posto mas, pode-se fazer uso ou não disto de forma conciente de modo a melhorar a espécie e não estagná-la nos mesmos antigos erros.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Um Despertar do Sono da Alienação
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Não Existe "Tempo"
1.A filosofia nunca teve medo do futuro. Parece-me que foi sempre sua inclinação: o futuro – o que está por vir – mesmo quando procurava os fundamentos – os alicerces.Se olharmos para uma casa não reconhecemos os seus alicerces. Sabemos que estão lá. Se quisermos saber se a casa não cairá no futuro temos de verificar os alicerces. Como na vida, damos por óbvio que os alicerces estão lá. E que estão bem. A filosofia questiona o futuro, em primeiro lugar por esse lado da questão: para sabermos pensar sobre o futuro temos de procurar o óbvio, e verificar se está tudo bem. Mesmo. Assim – e ainda que sem certezas – a sociedade atual parece empenhada em construir presumindo os alicerces. Quando falamos de filosofia, e se queremos usar esta metáfora até ao fim, diríamos que o trabalho dos filósofos foi sempre o de construir/reparar os alicerces.
2. Levando em consideração que o tempo é relativo e que o futuro ,na verdade , já existe paralelamente ao presente até que um se transforme no outro, podemos afirmar que o futuro não deveria ser encarado como algo distante e sim como uma realidade paralela ao presente continuamente construida neste.
Sendo assim, o presente é o momento em que se vive e o futuro, consequência simultânea somente verificada posteriormente. Com isso vemos claramente a necessidade de valorizarmos mais o presente que o futuro e também que não há sentido em preocupar-se com este uma vez que é aquele que é decisivo para ambas as realidades paralelas.
3. O papel do passado para o futuro é limitado uma vez que seus efeitos podem ser alterados nas ações presentes. A questão então é alterar aquilo que deve ser mudado ao invés de agir como se o passado fosse algo irremediavelmente determinante pois, não é ,uma vez que se trata de uma realidade não mais existente.O presente por outro lado existe da forma que o vemos e o futuro hora existe da forma que acreditamos que é( isso mesmo É, não “será”) , hora existe de forma imprevista dependendo de como as ações presentes sendo realizadas.
4. Concluindo , o passado não existe. O presente existe. E o futuro é uma possibilidade de um dado presente, haverá "um determinado futuro" para "cada presente".